Posts Tagged ‘EUA’

Veja em tempo real quanto os americanos gastam

domingo, maio 8th, 2016

Os gastos dos cidadãos americanos podem ser visualizados através de um infográfico criado pelo site Coupon Box. O site calcula e tempo real o nível de consumo nos Estados Unidos com base em dados de 2014. Aberto na tela, os números vão crescendo ao longo das horas. Dá para ver os gastos diretos na Amazon, Walmart etc.

O consumo é responsável por cerca de 69% do PIB americano, contra 17% em investimento e 17% em gasto do governo (e -3% em exportações líquidas).

Source: Couponbox.com


Bolsas nos EUA fecham em patamar recorde e Valor de Mercado Mundial se encontra no maior patamar histórico

sexta-feira, setembro 5th, 2014

Nova York – Em 05 de setembro de 2014, o Índice S&P 500 fechou em novo patamar recorde de alta com variação positiva de 0,5%, a 2.007,71 pontos. O Índice Dow Jones subiu 0,4%, fechando em 17.137 pontos e o Nasdaq subiu 0,45%, fechando em 4.582 pontos.

SP500_20140905

Em 05 de agosto de 2014, a Federação Mundial de Bolsas (World Federation of Exchanges) publicou o relatório com as Estatísticas do Mercado do primeiro semestre de 2014.

wfe_first_half_of_2014

 

Entre os destaques o relatório mostra a continuidade de um forte desempenho dos mercados de ações, com o Valor de Mercado Global atingindo USD 68,7 trilhões, o que representa um crescimento de 21% em relação ao mesmo período de 2013.

market_capitalization_wfe

Este valor é o maior patamar histórico do Valor de Mercado Global, se olharmos o Valor de Mercado Global com base nos dados da Mckinsey o topo anterior foi atingido entre o final de 2007 e o estouro da crise financeira em 2008, a única conclusão que podemos tirar é que em breve teremos momentos de correção nos preços das ações, este valor não reflete o momento econômico mundial que ainda não se recuperou plenamente da crise financeira.

global_financial_assets_1990_2012

 

No Brasil, o Índice Bovespa (IBovespa) ainda não ultrapassou a máxima histórica obtida em 20 de maio de 2008, data em que alcançou 73.516 pontos. A euforia ocorreu após a S&P elevar o rating do País para grau de investimento em 30 de abril daquele ano, embora as outras duas agências de classificação de risco (Fitch e Moody’s) tenham tomado a mesma decisão nos meses subsequentes, o índice foi aos poucos se distanciando de sua pontuação histórica e revertendo a tendência de alta a partir do 2º semestre do ano, quando a crise do subprime norte-americano se alastrou pelo mundo.

IBOVESPA_20140905


O custo de manter o dinheiro em papel moeda nos EUA é estimado em US$ 200 bilhões por ano

sexta-feira, setembro 13th, 2013

Pesquisadores calculam quanto o governo e a sociedade perdem com uma economia que ainda é baseada na troca de cédulas e moedas

the_cost_of_cash

Praticamente metade do valor se refere a uma estimativa conservadora do que o governo americano deixa de arrecadar em impostos por causa de transações feitas em dinheiro e não declaradas em impostos. Isso sem contar os 1,2 bilhão de dólares que o Federal Reserve gasta por ano para produzir e distribuir cédulas e moedas.

cost_of_cash_summary

Outros 40 bilhões de dólares dizem respeito a dinheiro roubado dos negócios do varejo, o equivalente a 1% das receitas do setor, que também gasta e mais ou menos em segurança para se proteger de furtos e assaltos.

Os consumidores perdem 500 milhões por ano com roubo de dinheiro e 8 bilhões em taxas para sacar cédulas em caixas eletrônicos.

Segundo levantamento realizada através de entrevista, os consumidores passam em média 28 minutos por mês se deslocando para os caixas eletrônicos – e como tempo é dinheiro, este foi considerado um outro custo econômico considerável.

Os autores avaliam que os elementos para uma ruptura com a “cash economy” estão dados: há custos significativos no modelo atual e alternativas viáveis já desenvolvidas. E este é um fenômeno que já está ocorrendo, ainda que lentamente: a proporção de transações feitas em dinheiro caiu de 43% para 37% de 2005 para 2010.


Estudo já vê migração de emprego da China aos EUA

sexta-feira, outubro 7th, 2011

Indústria – Alta dos custos de produção chineses favoreceria “repatriação”

Por Peter Marsh | Financial Times, de Londres

Os crescentes custos trabalhistas chineses estão mudando a equação econômica da produção mundial e poderão contribuir para a criação de 3 milhões de novos empregos nos Estados Unidos até 2020, segundo um estudo divulgado ontem.

Clique na imagem para ver o artigo

A análise do Boston Consulting Group diz que os novos empregos serão gerados por uma “repatriação” da atividade manufatureira perdida para a China nos últimos dez anos. A “repatriação” faz parte da crescente tendência geral de reversão da produção, de volta para os EUA”, disse Hal Sirkin, sócio sênior da consultoria, ao Financial Times.

O Boston Consulting Group estima que a tendência poderá reduzir o déficit da balança comercial americana em relação ao resto do mundo – sem incluir a conta do petróleo – de US$ 360 bilhões em 2010 para cerca de US$ 260 bilhões até o fim desta década. A reversão também reduziria o crescente déficit americano em relação à China, que atingiu US$ 273 bilhões em 2010 e desencadeou uma intensa controvérsia política nos EUA sobre a política cambial chinesa.

“Enquanto os custos trabalhistas chineses estão crescendo, a competitividade dos EUA tem melhorado”, diz Xu Mei, que nasceu na China e é sócio na Chesapeake Bay Candle, que produz velas e outros “produtos aromáticos” domésticos. “Podemos investir em automação para produzir nossas velas numa fábrica perto de Baltimore por um custo similar, em vez de fazer o mesmo trabalho na China.”

A Chesapeake Bay Candle criou 50 postos de trabalho, e provavelmente criará outros 50 no ano que vem, depois que começou a investir em sua produção nos EUA. Metade da produção da empresa está agora baseada nos EUA. No ano passado, todos os seus produtos eram produzidos na China. Segundo Xu, sua empresa agora pode responder mais rapidamente aos pedidos atendendo às características especificadas pela clientela americana, eliminando esperas devidas a atrasos de transportes e burocracia alfandegária.

A pesquisa repercutirá na Casa Branca, onde o presidente Barack Obama propôs o reforço da atividade industrial como peça-chave de seu plano para a recuperação da economia americana.

John Heppner, executivo-chefe da divisão de segurança da Fortune Brands, uma empresa americana de bens de consumo, disse que a fábrica de cadeados da empresa, em Wisconsin, contratou 100 funcionários após “uma reavaliação para aferir se fazia sentido basear uma parte tão grande de nossa produção na China”.

Outros, no entanto, são céticos quanto a uma sustentabilidade do crescimento dessa “repatriação” (do emprego). Scott Paul, da Alliance for American Manufacturing, um grupo lobista, disse: “O que vai impedir que o atual ‘gotejamento’ de empregos extras se torne uma tendência substancial é o persistente esforço do governo chinês para encontrar maneiras de ajudar seus fabricantes nacionais”.

Fonte: Jornal Valor Econômico – 07/10/2011 – página A13