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Alphabet supera Apple como maior empresa negociada nos EUA

segunda-feira, fevereiro 1st, 2016

Alphabet, criação do Google: classes de ações combinadas da Alphabet valiam 568 bilhões de dólares

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A Alphabet superou a Apple como a companhia mais valiosa nos Estados Unidos na bolsa após o fechamento do mercado nesta segunda-feira, superando a fabricante do iPhone, que manteve a ponta na maior parte do tempo durante quatro anos.

Após o fechamento dos mercados, as classes de ações combinadas da Alphabet valiam 568 bilhões de dólares, ante 535 bilhões de dólares de valor de mercado da Apple.


Apple é primeira empresa a valer mais de US$ 700 bilhões, em valores nominais

sexta-feira, fevereiro 13th, 2015

Em 10 de fevereiro de 2015, uma terça-feira, a Apple se tornou a primeira empresa a alcançar um valor de mercado de mais de 700 bilhões de dólares, quando as ações dispararam em meio a notícias positivas sobre as vendas de smartphones e pelo relógio inteligente, que será lançado em breve.

Steve Jobs ha comunicato al consiglio d'amministrazione della Apple le sue dimissioni con effetto immediato

Os papéis da Apple subiram 1,9% para chegar a cerca de 122,02 dólares, elevando o valor de mercado da companhia a 710 bilhões de dólares, tornando-a a primeira empresa a superar a casa dos 700 bilhões, em valores nominais. Num momento que o valor de mercado americano também se encontra em patamares recordes. Em 13 de fevereiro de 2015, a cotação de suas ações encerrou o pregão em US$ 127,08, valorização de 90,65% nos últimos 2 anos. No mesmo período o Índice NASDAQ subiu 53,00%, o Índice S&P 500 subiu 37,83% e o Índice Dow Jones subiu 28,95%.

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Recordes em Capitalização de Mercado

Em 5 de novembro de 2007, ações da PetroChina no primeiro dia de negociação após seu IPO em Shanghai Stock Exchange dispararam a partir do preço de IPO de 16,7 RMB para 43,96 RMB pelo fechamento (preço de abertura foi de 48,6 RMB). Isso deu uma capitalização de US$ 1 trilhão (US$ 1,137 trilhão em dólares de 2015) no mercado. No entanto capitalização de mercado com base em H-shares nunca chegou a US$ 500 bilhões.

O recorde anterior foi realizada pela Microsoft desde 30 de dezembro de 1999, quando se chegou a um preço elevado share intraday de 119,94 dólares . Com 5.160.024.593 ações em circulação (em 30 de Novembro de 1999), a empresa tinha uma capitalização de mercado de 618,9 bilhões dólares. O ajuste da inflação para 2015, a capitalização de mercado da Microsoft estaria em 876,0 bilhões dólares americanos de 2015, ou seja, em termos reais o recorde ainda permanece com a Microsoft, mas como muitos analistas já vêm dizendo nos últimos anos que a Apple será a primeira empresa a ultrapassar o valor de US$ 1 trilhão, pelos resultados até o momento não dá para duvidar.


Na lista das marcas mais valiosas de 2012 a Apple mais que dobrou o valor da sua

sábado, outubro 20th, 2012

A Apple mais do que dobrou seu valor de marca em um ano, com valorização de 129% em relação a 2011 atingiu o valor de marca de US$ 76,6 bilhões, segundo relatório anual da Interbrand.

Mesmo após o falecimento de Steve Jobs, a conexão dos usuários com a Apple continua crescendo, onde o recente sucesso no lançamento do iPhone 5 é mais uma prova deste fortalecimento. Em 2010 a companhia já havia escalado nove posições, passando da 17ª para a 8ª posição e ocupando pela primeira vez o top 10 da Interbrand, agora o salto desbancou a IBM do 2º lugar e deixou a Apple grudada na Coca-Cola, intocável há 13 anos na 1ª posição. O sucesso nos lançamentos dos últimos produtos devem manter a escalada. Eu acredito que no ano que vem se torne a marca mais valiosa como parte do caminho para empresa se tornar a primeira empresa da história do mercado de capitais a valor mais de US$ 1 trilhão.

Clique na imagem da publicação e na metodologia da avaliação para download do arquivo.

   

Abaixo a lista completa da publicação com as 100 marcas mais valiosas.


Valor da ação da Apple se aproxima dos US$ 700,00 com o sucesso do iPhone 5

segunda-feira, setembro 17th, 2012

No dia 17/09/2012 o valor das ações da gigante da informática Apple se aproxima dos US$ 700,00 por ação. Em comunicado a Apple ® anunciou hoje que as pré-encomendas do seu iPhone ® 5 superou dois milhões em apenas 24 horas, mais que o dobro do recorde anterior de um milhão realizada pelo iPhone 4S. A demanda pelo iPhone 5 excede a oferta inicial e a maioria das pré-encomendas serão entregues aos clientes em 21 de setembro, muitos estão previstos para serem entregues em outubro. O iPhone 5 é mais fino e leve que as versões anteriores e completamente redesenhado com uma tela de 4 polegadas.

 

A sua ação fechou o dia 17/09/2012 cotada em US$ 699,78, uma valorização de +70,0% nos últimos doze meses, com isso, a empresa atingiu valor de mercado de US$ 655,98 bilhões. Com o sucesso nos lançamentos dos seus produtos mantenho minha opinião que ela será a primeira empresa da história do mercado financeiro mundial a atingir o valor de mercado de US$ 1 trilhão.

Fonte: Apple e Yahoo! Finance


Em 2012, as ações da Apple apresentam alta de 45,7% até 22/mar

sexta-feira, março 23rd, 2012

A cada dia que passa acredito que ela se tornará a primeira empresa a valer mais de US$ 1,0 trilhão, só que do jeito que caminha isso ocorrerá mais rápido do que imaginava.

 

A Coca-Cola se manteve em 2011 no topo das marcas mais valiosas

segunda-feira, fevereiro 20th, 2012

Segundo o relatório “Melhores Marcas Globais”, da Interbrand, a Coca-Cola se manteve no topo da lista das marcas mais valiosas do mundo. O valor da companhia de bebidas ficou em US$ 71,8 bilhões, uma valorização de 2% em relação ao ano anterior. Somado, o valor das 100 marcas mais valiosas é de US$ 1,26 trilhão. As maiores altas em 2011 foram da Apple, Amazon e Google.

O relatório completo pode ser acessado no link.

Fonte: Interbrand

Valor da ação da Apple Inc. (AAPL) ultrapassa os US$ 500,00

terça-feira, fevereiro 14th, 2012

No dia 13/02/2012 o valor das ações da gigante da informática Apple ultrapassaram pela primeira vez na sua história a barreira dos US$ 500,00 por ação. Desde o dia 25/01/2012, a empresa assumiu o primeiro lugar de valor de mercado da bolsa, a disparada nos preços das ações desde a data foram impulsionadas pelo excepcional balanço da empresa, onde ela divulgou que vendeu 37,04 milhões de iPhones e 15,43 milhões de iPads nos últimos três meses de 2011. No período, de 14 semanas e que inclui as festas de final de ano, a empresa teve um lucro líquido de US$ 13,06 bilhões, ou US$ 13,87 por ação. As informações foram divulgadas em 24/01/2012 no seu relatório trimestral.

A empresa fechou o pregão de 14/02/2012 com um valor de mercado de US$ 475 bilhões, se seguir o ritmo dos últimos dias deve ultrapassar o valor de US$ 0,5 trilhão facilmente.

Abaixo o histórico das cotações da Apple Inc. (AAPL) nos últimos 5 anos.

Abaixo o histórico das cotações da Apple Inc. (AAPL) desde 1984.

Fonte: Portal G1 e Yahoo! Finance

Você acredita em tudo que lê? 6 informações falsas que mexeram com os mercados

sexta-feira, novembro 11th, 2011

Publicação errada da S&P sobre o rating da França é um lembrete sobre a velocidade o poder das informações para os investimentos financeiros

Gustavo Kahil, de Exame.com

O mercado e as notícias

São Paulo – Os mercados financeiros se movem baseados em análises sobre o presente, o que poderá vir a acontecer no futuro e também sobre as notícias. Os analistas erram, todos sabem, simplesmente porque – além de projeções que podem estar equivocadas – o mundo muda diariamente.

As agências de notícias também podem ser influenciadas por relatórios divulgados erroneamente ou por declarações oficiais de governos e empresas que posteriormente se mostram equivocadas ou mentirosas. Os rumores viajam na velocidade da luz e têm o potencial de derrubar ou disparar um ativo financeiro.

A publicação equivocada de uma análise da Standard and Poor’s na quinta-feira teve um resultado semelhante. A agência distribuiu um comunicado no qual rebaixava a nota de crédito da França. Os títulos da dívida do governo francês tiveram o pior dia desde a criação do euro em 1999. Relembre alguns casos parecidos que foram capazes de criar euforia e decepção em pouco tempo.

Spencer Platt/ Getty Images

 


A notícia que fez uma ação cair 99,9%

Uma notícia de que a United Airlines iria pedir falência agitou os mercados americanos na manhã de 8 de setembro de 2008. Assim que as bolsas iniciaram os negócios a reação foi incrível. Em apenas 6 minutos, as ações da companhia aérea derreteram 99,9% e os negócios foram paralisados pela bolsa de Nova York. A negativa da United Airlines veio logo em seguida. Depois da paralisação dos negócios, as ordens foram reorganizadas e os papéis foram negociados, na mínima do dia, com uma desvalorização de 27%.

Ao final do dia, as agências de notícias discutiam sobre quem era o culpado sobre o erro. A United disse que uma antiga matéria do jornal Chicago Tribune de 2002 havia sido publicada em um website do The South Florida Sun-Sentinel. Uma empresa de análise teria inserido o link em uma página da Bloomberg, que então teria enviado um alerta baseado no artigo.


ANP e o 3º maior campo de petróleo do mundo

A segunda-feira, 14 de abril de 2008, foi um dia para não ser esquecido pelos investidores da Petrobras. Ainda em meio à euforia sobre as reservas de petróleo da Petrobras na camada do pré-sal, o então diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, deu declarações que animaram o mercado.

Lima disse durante o 4º Seminário de Petróleo e Gás Natural promovido pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) que o bloco BM-S-9, conhecido como Carioca, poderia ser alçado ao posto de terceiro maior campo de petróleo do mundo com reservas de aproximadamente 33 bilhões de barris de óleo equivalente (boe).

Com base na informação divulgada por um membro do governo, o mercado se animou. Os papéis ordinários da Petrobras chegaram a subir 10% e os preferenciais 7% ao longo do dia. No dia seguinte, o diretor recuou. Ele disse que as informações não eram novas e que apenas reproduziu informações publicadas na revista americana “Word Oil” dois meses antes.

A CVM não gostou nada do anúncio realizado de forma não oficial e considerou a declaração como prejudicial ao mercado. A autarquia destacou que esse tipo de informação precisa ser feito exclusivamente pela empresa, principalmente se possuir “potencial de influenciar os preços das ações negociadas no mercado e a decisão dos investidores de comprar ou vender”.

OSCAR CABRAL


O lançamento do primeiro iPhone

Em maio de 2007, a expectativa pelo lançamento do primeiro iPhone era enorme. Os investidores aguardavam apreensivos pelo anúncio do que viria a se tornar um dos telefones celulares mais revolucionários. A data já estava marcada: 28 de junho de 2007. Mas uma notícia publicada pelo site “engadget” baseada em um falso e-mail da empresa dirigido aos funcionários afirmava que o lançamento seria adiado para outubro.

Era tudo mentira. A mensagem enviada pelo remetente “Bullet News” não era da Apple. A empresa logo enviou um novo e-mail desmentindo a informação aos funcionários. “Você deve ter recebido um que parecia ser uma “Bullet News” da Apple. Essa comunicação é falsa e não veio da Apple”, esclareceu. Na mínima daquele dia, as ações da Apple chegaram a cair 3,8%, para 103,42 dólares.

Oli Scarff/Getty Images


A falsa morte de Steve Jobs

Mais uma vez os investidores da Apple sofreram um belo susto. Desta vez, foi a notícia equivocada sobre a morte de seu co-fundador, Steve Jobs, que espantou os investidores e aficionados pela marca. O texto publicado pela Bloomberg no dia 27 de agosto de 2008 às 4:27 da tarde em Nova York destacava as criações e a vida profissional de Jobs no formato de um clássico obituário. A matéria, marcada como “Em espera para publicação – Não use”, foi enviada para milhares de usuários corporativos da agência.

“Steve Jobs, que ajudou a criar computadores pessoais tão fáceis de usar quanto os telefones, mudou a maneira com que os filmes de animação são feitos, persuadiu consumidores a usar a música digital e redesenhou o telefone celular, XXX”, dizia um trecho do texto.

A Bloomberg se retratou e disse que uma matéria foi “inadvertidamente” publicada. “O item nunca foi concebido para publicação e foi recolhido”, informou a agência. O obituário foi flagrado pelo blog Gawker. A gafe histórica trouxe alguns minutos de pânico aos investidores, que já andavam preocupados com a saúde de Jobs – que faleceu no dia 5 de outubro de 2011.

Justin Sullivan/Getty Images/AFP


A S&P e o rating da França

Os mercados financeiros ficaram espantados ontem com a notícia de que a França, um país com a capacidade de pagamento das suas dívidas avaliado em AAA, poderia perder o grau máximo de confiança da sua nota de classificação de risco. Mas tudo não passou de um erro.

A agência Standard and Poor’s distribuiu equivocadamente um comunicado no qual teria rebaixado o triplo A do país. O anúncio levou a uma nova onda de pessimismo à já combalida zona do euro com os problemas na Itália, Portugal e Grécia. Os títulos da dívida do governo francês tiveram o pior dia desde a criação do euro em 1999

O ministro das finanças do país, Francois Baroin, avaliou o ocorrido como “muito chocante” e pediu aos reguladores uma investigação sobre as causas e consequências dele. “Nós temos uma estratégia, um comprometimento em termos de redução do déficit”, disse ele durante uma conferência econômica em Lyon.

Flickr


O IPCA apressado do IBGE

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) também deu um escorregão na quinta-feira. O órgão deixou vazar os números do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor – Amplo) um dia antes do habitual. Uma “falha no sistema de publicação de informações” na tarde de ontem teria permitido a divulgação antecipada.

A informação não teria aparecido no site, mas pode ser acessada por outras tecnologias, como celulares. Em um ano no qual o controle dos preços tem centrado o debate sobre a economia brasileira, saber do principal índice de inflação do país com antecedência é uma bela ajuda. O IPCA de outubro subiu 0,43%, contra alta de 0,53% em setembro.

Divulgação/IBGE

Fonte: Portal Exame

http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/voce-acredita-em-tudo-que-le-6-fatos-errados-que-mexeram-com-os-mercados

Steve Jobs multiplicou a Apple por 100, mas fez melhor em outra empresa (acredite)

quinta-feira, outubro 6th, 2011

Genial em tudo que fazia, empresário criou a empresa de tecnologia NeXT e reinventou o estúdio Pixar – que mais tarde foi vendido para a Disney

Daniela Barbosa, de Exame.com

Getty Images

Steve Jobs: empresário fez história além da Apple

São Paulo – No último período em que esteve à frente da Apple, Steve Jobs multiplicou por 100 o valor da empresa. É claro que é um feito e tanto, mas, acredite, ele fez muito mais em outra companhia. Sim, a vida de empresário de Jobs não se limitou à empresa da maçã.

No período em que esteve afastado dos negócios da companhia que ele ajudou a criar, Jobs mergulhou de cabeça em novos projetos que renderam bons frutos e – principalmente – muito retorno financeiro.

Entre 1985 e 1996, Jobs esteve distante da Apple devido a conflitos pessoais com os demais sócios da empresa. Nesse período, aproveitou seu talento para criar a NeXT, empresa também do setor de tecnologia. No início, Jobs teve dificuldades para manter a companhia mas, com o apoio de investidores externo, conseguiu dar um norte para seus negócios.

A empresa, inicialmente, desenvolvia softwares para os setores financeiro, científico e acadêmico. Sua guinada veio no início da década de 90, quando criou uma ferramenta que permitia, por e-mail, compartilhar músicas, vídeos e outros arquivos. Enquanto a NeXT crescia e chegava ao seu primeiro lucro milionário, a Apple despencava no mercado. Em apenas dois anos, a companhia chegou a acumular perdas de mais de 2 bilhões de dólares.

Em 1996, Jobs criou um software de aplicações para a web. Foi o mesmo ano em que a Apple, para trazê-lo novamente ao seu comando, comprou a NeXT por 400 milhões de dólares – um valor quase 60 vezes maior que os 7 milhões que Jobs investiu na sua criação. E, de brinde, o tal software de aplicações tornou-se a base de outro sucesso da Apple – sua loja virtual Apple Store.

Desenho animado

Paralelo à NeXT, Jobs comprou o grupo Graphics em 1986. A empresa mais tarde se tornou o estúdio Pixar. Os investimentos do empresário no negócio somaram 10 milhões de dólares. A empresa tinha como proposta inicial desenvolver equipamentos para computação gráfica.

Anos depois, já batizada como Pixar, a companhia de Jobs fechou uma parceria com a Disney para produzir uma série de desenhos animados. Entre os filmes produzidos por Jobs estão todos da série Toy Story, Vida de Inseto e Os Incríveis.

No inicio dos anos 2000, no entanto, o contrato de parceria entre as duas empresas estava chegando ao fim e a Disney relutou para renová-lo. Jobs então foi à procura de um novo parceiro e, mais uma vez, deu uma tacada de mestre. Com medo de perder a Pixar para a concorrência, a Disney comprou a companhia por 7,4 bilhões de dólares – 700 vezes o valor pago por Jobs pela Graphics. O empresário ainda ficou com uma participação de 7% na empresa, tornando-se o maior acionista individual de todo grupo Disney.

A fortuna de Jobs é avaliada pela Forbes em 7 bilhões de dólares. Dos Estados Unidos, o empresário é apontado como o 39º homem mais rico do país. Já no ranking global, Jobs ocupa a 110º posição. Apesar de todo o talento do cofundador da Apple, acumular riqueza não foi o seu principal objetivo na vida.

Fonte: Portal Exame

http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/steve-jobs-multiplicou-a-apple-por-100-mas-fez-melhor-em-outra-empresa-acredite?page=1&slug_name=steve-jobs-multiplicou-a-apple-por-100-mas-fez-melhor-em-outra-empresa-acredite

Morto, Steve Jobs entra para a história dos grandes criadores

quarta-feira, outubro 5th, 2011

Empreendedor atrevido e visionário, Jobs deverá ser lembrado como uma das figuras emblemáticas da época atual

Maurício Grego, de Exame.com

Justin Sullivan / Getty Images

Entre as habilidades de Steve Jobs, estava a de show man, encantando plateias ao anunciar novos produtos da Apple

São Paulo — Mesmo sem ser realmente surpresa, a morte de Steve Jobs, nesta quarta-feira, causou comoção no mundo da tecnologia. Jobs morreu aos 56 anos, depois de uma longa luta contra o câncer e um mês e meio depois de renunciar ao posto de CEO da Apple. A empresa que ele fundou o homenageou com uma grande foto em seu site na web e uma mensagem onde ele é chamado de “ser humano impressionante” e “gênio visionário e criativo”.  Tratando-se de Jobs, essas palavras não parecem exageradas.

A família de Jobs também divulgou um comunicado em que diz que ele morreu tranquilo na companhia dos parentes próximos. Já o CEO da Apple Tim Cook enviou uma mensagem aos empregados da companhia comunicando a morte do fundador e dizendo que haverá uma celebração em breve na empresa.

Revoluções

Steve Jobs certamente teve altos e baixos ao longo da vida. Mas, desde que voltou à Apple, em 1996, até o dia em que renunciou ao cargo de CEO, em agosto deste ano, sua carreira foi uma sucessão de lances brilhantes e audaciosos. Sob seu comando, a Apple viabilizou o mercado de música digital por meio do iPod e do iTunes, redefiniu o conceito de smartphone com o iPhone e inaugurou a era dos tablets com o iPad.

E  mesmo antes de tudo isso acontecer, ele já era parte da história. A fundação da Apple numa garagem, a criação do Apple II, em 1977, e a do Macintosh, em 1984, tiveram impacto profundo na então nascente indústria de computadores pessoais. Sua obsessão pelo design resultou em produtos elegantes e funcionais que marcaram tendências.

O fim

A morte de Jobs aconteceu depois de mais de sete anos de luta contra o câncer. Ele passou por uma cirurgia no pâncreas em 2004 e por um transplante de fígado em 2009. Mesmo vítima de uma doença tão grave, ele permaneceu o quanto pode à frente da Apple. Ao renunciar ao posto de CEO, em agosto, ele admitiu que não tinha mais condições de cumprir as obrigações do cargo. A mensagem em que anunciou a renúncia foi sua última comunicação pública.

Bill Gates, o fundador da Microsoft, divulgou uma mensagem em que diz estar “verdadeiramente triste” pela morte de Steve Jobs. Ele observa que conhecia Jobs havia quase 30 anos. “Fomos colegas, concorrentes e amigos ao longo de mais da metade das nossas vidas. O mundo raramente vê alguém que provoca um impacto como o que Steve provocou. Os efeitos serão sentidos por muitas gerações no futuro” diz. De fato, quando alguém for estudar a história do início do século XXI, no futuro, Jobs estará entre os protagonistas.

Fonte: Portal Exame

http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/morto-steve-jobs-entra-para-a-historia