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Bolsas nos EUA fecham em patamar recorde e Valor de Mercado Mundial se encontra no maior patamar histórico

sexta-feira, setembro 5th, 2014

Nova York – Em 05 de setembro de 2014, o Índice S&P 500 fechou em novo patamar recorde de alta com variação positiva de 0,5%, a 2.007,71 pontos. O Índice Dow Jones subiu 0,4%, fechando em 17.137 pontos e o Nasdaq subiu 0,45%, fechando em 4.582 pontos.

SP500_20140905

Em 05 de agosto de 2014, a Federação Mundial de Bolsas (World Federation of Exchanges) publicou o relatório com as Estatísticas do Mercado do primeiro semestre de 2014.

wfe_first_half_of_2014

 

Entre os destaques o relatório mostra a continuidade de um forte desempenho dos mercados de ações, com o Valor de Mercado Global atingindo USD 68,7 trilhões, o que representa um crescimento de 21% em relação ao mesmo período de 2013.

market_capitalization_wfe

Este valor é o maior patamar histórico do Valor de Mercado Global, se olharmos o Valor de Mercado Global com base nos dados da Mckinsey o topo anterior foi atingido entre o final de 2007 e o estouro da crise financeira em 2008, a única conclusão que podemos tirar é que em breve teremos momentos de correção nos preços das ações, este valor não reflete o momento econômico mundial que ainda não se recuperou plenamente da crise financeira.

global_financial_assets_1990_2012

 

No Brasil, o Índice Bovespa (IBovespa) ainda não ultrapassou a máxima histórica obtida em 20 de maio de 2008, data em que alcançou 73.516 pontos. A euforia ocorreu após a S&P elevar o rating do País para grau de investimento em 30 de abril daquele ano, embora as outras duas agências de classificação de risco (Fitch e Moody’s) tenham tomado a mesma decisão nos meses subsequentes, o índice foi aos poucos se distanciando de sua pontuação histórica e revertendo a tendência de alta a partir do 2º semestre do ano, quando a crise do subprime norte-americano se alastrou pelo mundo.

IBOVESPA_20140905


A desvalorização da bolsa levou o índice a entrar no chamado ‘bear market’ – tendência de desvalorização

quarta-feira, maio 16th, 2012

A renovação das preocupações com a crise da dívida européia reflete na bolsa brasileira. Desde o pico de 68.394 pontos atingido em 13 de março, a queda já alcança 21%.

Empresa

Código

Preço (R$) em 17/05

Preço (R$) em 13/03

Var. (%)

Part. (%) no índice

PDG Realty

PDGR3

3,41

7,51

-54,59

2,776

Rossi

RSID3

5,53

11,16

-50,45

0,963

Brookfield

BISA3

3,71

7,08

-47,60

0,612

Gafisa

GFSA3

3,01

5,35

-43,74

1,551

LLX Logística

LLXL3

2,48

4,05

-38,77

0,435

GOL

GOLL4

9,45

14,84

-36,32

0,795

OGX Petróleo

OGXP3

10,97

17,13

-35,96

4,724

Banco do Brasil

BBAS3

19,4

29,61

-34,48

3,114

MRV

MRVE3

9,81

14,79

-33,67

1,504

Eletropaulo

ELPL4

25,46

37,63

-32,34

0,723

JBS

JBSS3

5,7

8,2

-30,49

0,722

B2W

BTOW3

6,99

9,99

-30,03

0,381

Itaú Unibanco

ITUB4

27,05

38,21

-29,21

4,928

Itaúsa

ITSA4

8,02

11,31

-29,09

2,532

Braskem

BRKM5

10,95

15,44

-29,08

0,694

CSN

CSNA3

13,29

18,55

-28,36

1,4

BM&Fbovespa

BVMF3

9,2

12,65

-27,27

3,006

Cyrela

CYRE3

14,34

19,48

-26,39

1,767

MMX

MMXM3

6,93

9,41

-26,35

1,127

Usiminas

USIM3

13,29

17,68

-24,83

0,256

Usiminas

USIM5

9,51

12,64

-24,76

1,999

Petrobras

PETR3

19,2

25,28

-24,05

2,643

Petrobras

PETR4

18,43

24,06

-23,40

8,356

IBOVESPA

IBOV

54.038

68.394,00

-20,99

47,008

Marfrig

MRFG3

9,7

12,26

-20,88

0,902

Cemig

CMIG4

33,96

42,7

-20,47

1,127

Gerdau Metalúrgica

GOAU4

19,5

24,37

-19,98

0,771

ALL

ALLL3

7,9

9,87

-19,96

0,851

Eletrobras

ELET6

21,03

26,21

-19,76

0,506

Bradesco

BBDC4

26,88

32,9

-18,30

3,495

Santander

SANB11

15,43

18,73

-17,62

1,234

V-Agro

VAGR3

0,38

0,46

-17,39

0,432

Gerdau

GGBR4

15,5

18,73

-17,25

2,806

Klabin

KLBN4

7,91

9,42

-16,03

0,63

Oi

OIBR3

9,9

11,71

-15,46

0,274

Eletrobras

ELET3

15,85

18,7

-15,24

0,545

Vale

VALE5

34,78

40,55

-14,23

8,961

Fibria

FIBR3

13,46

15,67

-14,10

0,782

Vale

VALE3

35,83

41,65

-13,97

2,928

Localiza

RENT3

29,18

33,81

-13,69

0,684

Lojas Americanas

LAME4

12,27

14,12

-13,10

0,958

Brasil Foods

BRFS3

32,6

37,5

-13,07

1,545

CPFL Energia

CPFE3

25,45

29,27

-13,05

0,449

Bradespar

BRAP4

30,15

34,67

-13,04

0,729

Hering

HGTX3

42,1

48,35

-12,93

0,885

DASA

DASA3

13,6

15,6

-12,82

0,761

Lojas Renner

LREN3

56,64

64,56

-12,27

1,096

Cesp

CESP6

33,6

38

-11,58

0,517

Cosan

CSAN3

29,71

32,7

-9,14

0,717

Cielo

CIEL3

56,5

61,3

-7,83

1,512

Duratex

DTEX3

9,98

10,8

-7,59

0,53

BR Malls

BRML3

22,42

24,25

-7,55

1,087

Hypermarcas

HYPE3

11,65

12,49

-6,73

1,864

Redecard

RDCD3

32,1

34,19

-6,11

1,658

Light

LIGT3

24,7

26,16

-5,58

0,548

Telefônica Brasil

VIVT4

51,17

53,66

-4,64

0,918

Souza Cruz

CRUZ3

27,28

28,6

-4,62

0,676

Pão de Açúcar

PCAR4

79,89

83,59

-4,43

0,8

Natura

NATU3

40,3

42,09

-4,25

1,039

Ultrapar

UGPA3

39,38

40,66

-3,15

0,59

TAM

TAMM4

42,14

43,5

-3,13

0,371

TIM

TIMP3

10,1

10,33

-2,23

1,266

Copel

CPLE6

44,27

44,5

-0,52

0,607

Oi

OIBR4

8,28

8,28

0,00

1,122

Sabesp

SBSP3

69,12

67,98

1,68

0,331

AmBev

AMBV4

76,98

75,28

2,26

1,579

Transmissão Paulista

TRPL4

63,59

60,31

5,44

0,19

CCR

CCRO3

15,62

14,37

8,70

1,143

Embraer

EMBR3

14,8

13,4

10,45

0,576

 


As ações que renderam mais de 1.500% em 10 anos

domingo, outubro 2nd, 2011

Para analistas, retorno mostra que renda variável remunera o investidor com generosidade no longo prazo

Marcela Ayres, de Exame.com

Analistas acreditam que renda variável continuará sendo uma boa opção para os próximos dez anos

São Paulo – Se a bolsa não vem trazendo muitas alegrias para o investidor brasileiro neste ano, uma olhada pelo retrovisor mostra que a renda variável rendeu bons frutos àqueles que seguraram seus papéis por mais de uma década. Para empresas como Vale Fertilizantes, CSN e Transmissão Paulista, as crises atravessadas pelo mercado não foram suficientes para interromper a valorização das ações, que subiram mais de 2.800% nos últimos dez anos.

Segundo levantamento da Economática, dez papéis conseguiram entregar um retorno superior a 1.500%, considerando apenas aqueles que tiveram participação em todos os pregões na bolsa. No mesmo período, a taxa do CDI, que serve de referência para muitas aplicações na renda fixa, subiu 300,1%.

Confira as ações que mais renderam de 29 de setembro de 2001 a 29 de setembro de 2011:

Empresa

Ação

Setor

Rendimento em uma década

Ganho ajustado pela inflação

Vale Fertilizantes FFTL4 Química 4.131,7% 2.148,8%
CSN CSNA3 Siderúrgica e Metalúrgica 2.897,3% 1.492,9%
Transmissão Paulista TRPL4 Energia elétrica 2.813,2% 1.448,2%
Metalúrgica Gerdau GOAU4 Siderúrgica e Metalúrgica 2.355,4% 1.204,8%
Confab CNFB4 Siderúrgica e Metalúrgica 2.066,6% 1.051,4%
Usiminas USIM5 Siderúrgica e Metalúrgica 1.941,2% 984,8%
Souza Cruz CRUZ3 Tabaco 1.913,% 969,9%
Gerdau GGBR4 Siderúrgica e Metalúrgica 1.745% 880,4%
Tractebel TBLE3 Energia elétrica 1.738,5% 877%
Banco do Brasil BBAS3 Finanças e Seguros 1.721,3% 867,9%

Na visão do analista Paulo Roberto Esteves, da Gradual Investimentos, a lista ensina que em horizontes estendidos, o ganho na bolsa compensa a volatilidade. “A tendência natural é que os ciclos de alta acabem suplantando as fases de baixa”, afirma.

Para ele, contudo, nem todos os setores que ganharam destaque deverão repertir o excepcional desempenho. “A década passada foi muito favorável para a siderurgia, com o câmbio médio ajudando nas exportações e o crescimento do mercado interno impulsionando as vendas”, diz Esteves.

Hoje, emenda o analista, há excesso de produtos siderúrgicos no mundo, retração econômica em vários países e pressão de custos dos principais insumos do setor, como minério de ferro e carvão. “O que pode dar alguma esperança é o quadro de consolidação do setor, com a união de Usiminas com CSN ou com Gerdau.”

Wagner Salaverry, sócio diretor da Geração Futuro, acredita que o setor pode até performar bem daqui para frente, mas dificilmente repetirá os lucros históricas de 2007. Por já terem anunciado a intenção de fecharem o capital, Vale Fertilizantes e Confab também podem ser desconsideradas pelo investidor que pensa lá na frente.

Salaverry reforça que duas empresas podem entregar resultados semelhantes na próxima década: Souza Cruz e Banco do Brasil. A primeira, pelo fato de o tabaco ser um negócio consistente, com boas margens e um mercado cativo. Para o BB, as perspectivas são ainda mais otimistas. “Ainda que a redução dos juros diminua o spread das instituições bancárias, ainda há muito a crescer pelo lado do crédito”, afirma o analista.

Esteves, da Gradual, acredita que apesar de terem performado muito bem nos últimos dez anos, Transmissão Paulista e Tractebel não devem apresentar rentabilidades tão polpudas no futuro. “A variação tão positiva observada na lista se deu mais por uma cotação inicial depreciada que por um fator intrínseco ao setor, que é mais defensivo e costuma ganhar com dividendos.”

“Se eu pudesse formar uma carteira para os próximos dez anos, tiraria as siderúrgicas, que estão com formação gráfica bem feia, e acrescentaria Vale, Ambev e alguma companhia do setor de construção, como Cyrela ou Gafisa”, afirma o analista técnico Rodrigo Correia, da Novinvest.

Ele sustenta que o mercado continuará andando de lado nos próximos dois anos, mas a recuperação virá em seguida, remunerando com generosidade o investidor da renda variável. “Em dez anos voltaremos a ter um céu de brigadeiro.”

Fonte: Portal Exame

http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/acoes/noticias/as-acoes-que-renderam-mais-de-1-500-em-10-anos?page=1&slug_name=as-acoes-que-renderam-mais-de-1-500-em-10-anos